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Qui, 09 de Maio de 2013 14:51 |
Veículo: Clica Brasília Data: 07/05/2013
Vacina contra o HPV atinge 85% do público-alvo
Terminou domingo, 5, a primeira etapa da campanha de vacinação contra o papiloma vírus (HPV). Ao todo, segundo dados da Secretaria de Saúde, 55.288 estudantes nascidas entre 2000 e 2002 foram vacinadas. A ação faz parte de uma política pública baseada no conceito de atenção integral à saúde da mulher e foi apresentada pela Secretaria da Mulher à Secretaria de Governo em janeiro de 2011.
O número de meninas vacinadas corresponde a 85% da meta estipulada pela SES-DF. Apenas quatro mil adolescentes não receberam a dose. "O alto número de meninas imunizadas demonstra a clara conscientização das mães e dos pais acerca da importância em se combater um mal que atinge várias mulheres ano a ano, gerando, em alguns casos, o câncer do colo de útero", acredita Olgamir Amancia, secretária de Estado da Mulher.
Durante os meses de março e abril, a secretária esteve presente em várias escolas do DF conversando com pais, mães e alunas sobre as etapas do processo de vacinação, os benefícios da imunização e o fato de que a vacina protege apenas contra o HPV e não contra as demais doenças sexualmente transmissíveis (DST).
Olgamir Amancia lembra ainda que o objetivo principal desses encontros intimistas é esclarecer o significado da gravidez na adolescência, a imersão na fase adulta, antes mesmo de completado o período de transição social, bem como prevenir - em longo prazo - doenças sexualmente transmissíveis, por meio da imunização dessas jovens com a vacina HPV.
Para garantir a imunização, são necessárias outras duas doses. A segunda etapa da campanha acontece entre 3 e 28 de junho. A última será entre 30 de setembro e 1º de novembro.
Terminou ontem, 5, a primeira etapa da campanha de vacinação contra o papiloma vírus (HPV). Ao todo, segundo dados da Secretaria de Saúde, 55.288 estudantes nascidas entre 2000 e 2002 foram vacinadas. A ação faz parte de uma política pública baseada no conceito de atenção integral à saúde da mulher e foi apresentada pela Secretaria da Mulher à Secretaria de Governo em janeiro de 2011.
O número de meninas vacinadas corresponde a 85% da meta estipulada pela SES-DF. Apenas quatro mil adolescentes não receberam a dose. "O alto número de meninas imunizadas demonstra a clara conscientização das mães e dos pais acerca da importância em se combater um mal que atinge várias mulheres ano a ano, gerando, em alguns casos, o câncer do colo de útero", acredita Olgamir Amancia, secretária de Estado da Mulher.
Durante os meses de março e abril, a secretária esteve presente em várias escolas do DF conversando com pais, mães e alunas sobre as etapas do processo de vacinação, os benefícios da imunização e o fato de que a vacina protege apenas contra o HPV e não contra as demais doenças sexualmente transmissíveis (DST).
Olgamir Amancia lembra ainda que o objetivo principal desses encontros intimistas é esclarecer o significado da gravidez na adolescência, a imersão na fase adulta, antes mesmo de completado o período de transição social, bem como prevenir - em longo prazo - doenças sexualmente transmissíveis, por meio da imunização dessas jovens com a vacina HPV.
Para garantir a imunização, são necessárias outras duas doses. A segunda etapa da campanha acontece entre 3 e 28 de junho. A última será entre 30 de setembro e 1º de novembro.
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Ter, 30 de Abril de 2013 15:05 |
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Veículo: Jornal de Brasília Data: 29/04/13
Quando a escola dos filhos não é legal
Você sabe se a escola que seu filho estuda é devidamente regulamentada? De acordo com a Secretaria de Educação, existem cerca de 100 escolas clandestinas no Distrito Federal. Ou seja, funcionam sem autorização e não atendem aos requisitos básicos estabelecidos pela Secretaria.
Algumas dessas instituições funcionam em zonas irregulares, geralmente em casas adaptadas, principalmente as creches. Essa realidade tem impacto direto no cenário acadêmico da capital federal e reforça os cuidados dos responsáveis ao escolher a escola dos filhos.
Segundo a Secretaria de Educação do Governo do Distrito Federal, as principais dificuldades encontradas pelas escolas clandestinas são a obtenção de alvará e a licença de funcionamento emitida pelas administrações regionais.
Para driblar as muitas exigências, boa parte dessas escolas atuam de maneira irregular, sem professores registrados e sem atender às condições de funcionamento.
Clique aqui para ler a matéria na íntegra.
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Escola Santa Rita de Cássia é destaque no Prêmio MPE |
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Qui, 18 de Abril de 2013 18:40 |
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Escola Santa Rita de Cássia é destaque no Prêmio MPE
Mais uma vez, o Distrito Federal se destaca na categoria Serviços em Educação no Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas - MPE Brasil, promovido pelo Sebrae Nacional, Movimento Brasil Competitivo (MBC), Gerdau e Fundação Nacional de Qualidade (FNQ). Este ano, a Escola Santa Rita de Cássia, dirigida pelas irmãs Márcia, Maria Elisa e Marilda Rezende, venceu a etapa estadual nas categorias Gestão de Qualidade e Responsabilidade Social. O êxito classificou a escola para a fase nacional do MPE e rendeu, à instituição, destaque no quesito Boas Práticas de Responsabilidade Social.
O Centro de Ensino Santa Rita de Cássia foi fundado no ano de 1964, em Sobradinho, pela professora Maria das Dores Rezende e, na época, contava com apenas sete alunos. Atualmente, a instituição, que atua da educação infantil ao ensino médio, tem mais de 800 estudantes, entre crianças e adolescentes.
Apesar da surpresa, a diretora Marilda Rezende afirma que o prêmio é reflexo do trabalho intenso realizado com os alunos. “Nosso comprometimento com a responsabilidade social foi determinante. No Santa Rita de Cássia, os alunos estão sempre envolvidos em uma ação para ajudar o próximo, como olimpíada para arrecadar tênis para alunos de instituições carentes, campanha para a construção de uma piscina para deficientes físicos em escola pública e doação de mantimentos para vítimas de tragédias naturais. Os alunos sentem que o esforço deles está ajudando a minimizar a dor dos demais. É um grande estímulo”, explica.
A busca constante por capacitação também merece menção. “Temos muito a aprender. Este mês, embarco para uma visita técnica internacional, promovida pelo Sinepe-DF, enquanto minha coordenadora participa de um congresso sobre educação em Orlando”. O destaque no MPE também desmistifica uma questão apontada por Marilda. “Muitos pais ainda acreditam que a qualidade de ensino está ligada ao valor da mensalidade ou à região administrativa onde a escola está localizada”. Já para o corpo docente, o prêmio é importante, mas a maior recompensa é acompanhar o sucesso dos egressos. “É muito bom encontrar um ex-aluno e notar que ele é bem-sucedido no mercado de trabalho e na área em que atua. É um sentimento de contentamento diário”, finaliza. |
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Resultado do Concurso de Redação |
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Seg, 08 de Abril de 2013 17:52 |
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Qua, 03 de Abril de 2013 16:30 |
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Caro associado, clique aqui e fique por dentro do Informativo Jurídico 13/2013, Nova Lei de Conteúdos Mínimos para os Ensinos Fundamental e Médio. |
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